Mostrar mensagens com a etiqueta friends. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta friends. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Amigas assim quem é que quer?


Hoje é domingo e eu fui às compras. Comprei um casaco lindíssimo cheio de peles, umas calças para combinar com a camisola que comprei na semana passada, quando fui sair com os meus primos e comprei ainda aquele gorro que agora se usa imenso. Chego a casa e experimento milhares de vezes o que comprei, até que quando dou por mim, está na hora de ir para a cama, porque no dia seguinte é dia de aulas. A noite passou e é segunda-feira. Espero que todas elas se reunião para contar as novidades do fim-de-semana e as coisas lindíssimas que comprei. Uma está a olhar para a tinta verde da parede, a outra está ao telefone com o namorado, outras duas estão a falar dos trabalhos de casa. E eu, sentindo que estou a falar para ninguém, começo a baixar o tom de voz. Uma delas me pergunta: "então, já acabas-te?". Eu respondo: "não, mas como vocês não estavam a prestar muita atenção, eu calei-me." Novamente ela me responde: "fala, fala, nós estávamos a ouvir..". Eu continuo a historia do meu emocionante fim-de-semana e quando acabado, está na hora de ir para a aula. Durante a aula, eu pergunto se gostaram das coisas que eu comprei e todas respondem que adoraram, mas que tenho um gosto um pouco esquisito, mesmo sem terem ouvido a minha história para elas. Na terça-feira, levo o gorro novo e elas dizem: "uau, que gorro tão giro, é novo, não é?!". Eu: "sim, foi do que vos falei ontem". Elas: "ahhhhh..." E é assim a semana toda, até que chego a sábado e quando acordo, fico na cama a pensar: "mas que raio de semana foi esta? Que raio de amigas são estas?"  

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sou livre de ação


Basta. Já chega. Não consigo suportar. Não consigo entender, olhar, falar, avançar. Não consigo suportar esses teus olhares matadores de quem quer, consegue e não tem. Não consigo entender o verdadeiro significado do que é o amor para ti, porque o verdadeiro amor, não é ir para a cama com ele e ficar feliz porque pode responder a questionários enviados por pessoas do sexo oposto, dizendo que já não é virgem, que já teve inúmeras experiências, que tem muita maturidade, que é muito boa aluna. Mas, esquece-se que não é superior, que não é dona do mundo, que não é Deus, não é ninguém para além de um simples miúda com ...  mania e experiências que qualquer pessoa pode ter. Não consigo dirigir-te um olhar direito, sem pensar no quão estúpida foste comigo. Não consigo falar contigo, nem que seja para te dizer um simples «olá» ou até para tentar esclarecer esta situação. Não consigo avançar, não quero avançar e sempre que te vejo demasiado perto, afasto-me. Não quero ter qualquer contacto com a tua triste pessoa que um dia me iludiu e me fez acreditar que na vida tudo é possível, basta querermos. Foste um grande apoio, uma grande ajuda, uma família, uma irmã, uma amiga como eu não sabia que existia. Foste tudo naquela triste altura da minha vida. Mas e agora? O que aconteceu, para, de um momento para o outro, deixares-me naquela grande poça de lama, sabendo que eu jamais sairia de lá sem ti? O que te passou pela cabeça para me humilhares daquela maneira? És de expressão? Então eu te digo: sou livre de acção. E foi por isso que abandonei todas as pedras que existiam naquela poça de lama e me fui levantando sozinha, devagarinho, para que, se voltasse a cair na mesma, a queda não fosse tão grande. Não, ainda não me encontro nem fora dela nem em pé. Encontro-me de joelhos, preparando-me para dar o último passo e sair a correr, correr atrás de uma nova vida, em que eu me esqueça que tu existis-te na anterior. « xau, miga »